Firmando as âncoras da fé

Caros irmãos, iniciamos o estudo da Epístola ao Romanos na IPFC em outubro de 2012. No desenvolvimento do nosso estudo estamos entrando, nesse mês, em um novo bloco desta carta, os capítulos 12 a 15, designados por alguns comentaristas bíblicos como “comunhão divina” – nossa relação com os outros. Segundo Warren W. Wiersbe – “teologia relacional”; vida correta, relacionamentos corretos.

Relacionamentos transformados segundo a vontade de DeusJohn Stott
Transformando a mente e o coração diante do EternoAlcindo Almeida
como os cristãos devem viver de maneira prática, as verdades teológicas … em obediência agradecidaJohn MacArthur

Até o capítulo 8 do livro de Romanos fomos confrontados com a necessidade do evangelho, ou a obra de regeneração, nossa justificação, operada pelo Senhor Jesus, na cruz do calvário.
Nos capítulos 9 a 11, aprendemos sobre as razões da rejeição da nação de Israel e da oração e choro de Paulo pelos seus conterrâneos. Na exposição dessa rejeição foi nos ensinado sobre a Soberania de Deus – capítulo 9; a responsabilidade humana – capítulo 10; e a rejeição de Israel.

Ao estudarmos esse novo bloco de ensino prático da Carta aos Romanos, precisamos relacionar o que aprendemos anteriormente e que – somente o novo homem é capaz de cumprir e obedecer este apelo do apóstolo Paulo, ou do Espírito Santo, para que os cristãos regenerados no espírito, agora se entreguem a Deus para que sua alma seja transformada, ou santificada.

Família Cristã, todo o estudo anterior seria mera teologia fria e acadêmica, se não se desembocasse nesta secção, onde mais uma vez, vamos ser confrontados, agora a avançamos em santificação, crescendo na semelhança do Senhor Jesus Cristo, o alvo do propósito de Deus (Rm 8.29), a única prova inequívoca de que a pessoa está verdadeiramente em Cristo. Portanto, vamos nos debruçar com mais determinação e oração intensa ao Santo Espírito, para que Ele transforme as nossas mentes, renove o nosso entendimento e nos leve a um patamar mais alto na semelhança do Nosso Senhor Jesus Cristo, manifestados pelas ações e reações que tomamos nos nossos relacionamentos familiares, nosos relacionamentos congregacionais, nas relações sociais e principalmente na intimidade como o Eterno Deus, por meio do Seu Espírito, e na comunhão do Seu corpo, a igreja.

“Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação da Escrituras, tenhamos, esperança. Ora, o Deus da paciência vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus, para que concordemente e a uma voz glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo”(Rm 15.4-6).


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Douglas Bataglião

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